A História da Aphelios
A Aphelios não fala, e a história trata esse silêncio como algo central e não acidental. Um veneno mantém-na muda, por isso tudo o que comunica a um adversário passa pela sua pontaria e pelo disparo de uma arma e não por palavras, matando os inimigos da sua fé sem emitir um único som.
Nada disso funcionaria sem a sua irmã Alune. A trabalhar a partir de um templo distante, é ela que concebe e entrega cada uma das suas cinco armas Lunari, uma a seguir à outra, e a mecânica do jogo reflete diretamente essa parceria: a passiva The Hitman and the Seer dá-lhe duas dessas cinco de cada vez, uma em cada mão, o Phase troca entre elas a meio do combate, e o terceiro espaço vazio do seu kit mostra apenas qual a arma que a Alune está pronta a enviar-lhe a seguir e não uma habilidade criada por ela própria. O Calibrum marca um alvo para um disparo de seguimento a longa distância, o Severum troca alcance por sustain, e cada uma das restantes armas tem o seu próprio efeito distinto para além de um ataque básico correspondente, por isso o par que ela tem em mãos em cada momento decide como o combate se desenrola na prática.
Moonlight Vigil, a sua ultimate, dispara uma rajada concentrada que aplica o efeito único que a sua arma principal atual transporta, o que significa que o seu movimento mais poderoso é definido inteiramente pela arma que a Alune lhe colocou mais recentemente nas mãos. Ela mata pela sua fé num silêncio quase total, guiada o tempo todo por uma irmã com quem não consegue falar diretamente, e a lua lá em cima é a única constante que as une. O seu caminho passa por Targon, um cenário construído em torno do poder celestial e do mistério cósmico que assenta bem a uma arma guiada pelo luar e não pela sua própria voz, já que quase nada nela faz sentido sem ter em conta a irmã que está por trás.
Galeria de Arte da Aphelios


