O Aphelios tem a classificação de dificuldade mais alta que o jogo atribui — uns bons 10 — e isso vem de uma única decisão de design: não tem Q, W, E e R convencionais para aprender, mas sim cinco armas inteiras. Através da sua passiva, O Assassino e a Vidente, alterna entre cinco armas Lunari, mantendo sempre uma na mão principal e outra na mão secundária. Cada arma tem o seu próprio comportamento de ataque básico e a sua própria habilidade única, e cada uma tem munição limitada; quando uma arma fica sem munição, sai de rotação e a próxima da fila ocupa o seu lugar.
Isto significa que jogar com o Aphelios é, na verdade, um puzzle de sequenciação de recursos. O jogador tem de acompanhar que combinações de armas estão a chegar, planear os combates em torno dos pares que funcionam bem juntos e, por vezes, queimar munição de propósito para chegar a uma configuração mais forte antes de um objetivo nascer. Um combate feito com as duas armas certas parece esmagador; o mesmo combate com o par errado pode ser impossível de ganhar.
Onde encaixa
É um ADC dedicado à bot lane que depende muito do seu suporte e da equipa, já que o kit não tem nenhuma fuga inata e a sua classificação de defesa está em 2. Em troca, oferece uma flexibilidade inigualável a partir de uma única escolha: dependendo do estado das armas, pode fazer poke a longa distância, sustentar-se através do dano, cortar vários alvos ou imobilizar uma ameaça prioritária — efetivamente, vários marksmen num só espaço de campeão.
O Aphelios é para jogadores que adoram curvas de mestria e preparação. Nada nele funciona só por instinto, mas para quem estiver disposto a interiorizar o ciclo de armas, oferece uma das experiências de damage carry mais profundas e recompensadoras do jogo.