Riot detalha 296.416 ações anti-boost

O programa Anti-Boost da Vanguard resultou em ações contra 296.416 contas em League of Legends e VALORANT, Riot Games relata. A contagem começa no final de 2025 e combina os dois títulos. Portanto, não é um total apenas de League nem um número declarado de infratores individuais. A Riot criou o sistema para detetar uma discrepância abrupta: o desempenho numa conta torna-se muito mais forte depois de uma pessoa com rank superior assumir o seu controlo. A aplicação pode então seguir todos os participantes voluntários, em vez de terminar no perfil cujo rank visível mudou.
Isto é mais restrito do que uma proibição de ter mais de uma conta. A Riot estima que os perfis secundários representam cerca de 9% das contas com rank ativas num dia típico, e afirma que apenas cerca de metade dessas poderiam qualificar-se como smurfs maliciosos. A prática também é generalizada: mais de 70% dos jogadores têm pelo menos uma conta alternativa. A questão decisiva, consequentemente, não é se existe outro perfil. É quem criou o seu progresso, quem o utiliza e se este se torna uma ferramenta para fabricar o rank de outra pessoa.

A aplicação segue o papel no esquema
A Riot descreve três participantes diferentes. Uma pessoa fornece um desempenho acima do padrão normal do dono da conta; esse é o booster. O boostee fornece a conta que recebe a subida artificial. Um hitchhiker não entrega uma conta, mas junta-se conscientemente ao esquema para recolher progresso mais fácil. Identificar esses papéis permite à Vanguard ligar uma run manipulada às pessoas à sua volta, incluindo o perfil principal mais conhecido de um prestador de serviços.
A resposta não é uma sanção idêntica aplicada a todos os casos. Pontos de rank e recompensas sazonais podem ser retirados. Os bloqueios temporários de conta podem prolongar-se quando as violações se repetem, e a conta principal de um booster conhecido também pode ser suspensa. Um perfil comprado para a operação, ou um sem dono genuíno, pode ser removido permanentemente. Alguém levado ao lado do esquema pode perder o rank ganho com ele. Como o total oficial agrupa estes resultados, 296.416 deve ser descrito como contas alvo de ação, não como uma categoria de banimentos permanentes.
A fronteira segura para uma segunda conta
Uma alternativa legítima mantém-se do lado permitido quando o seu utilizador é o dono, a sobe de nível pessoalmente e mantém o seu login privado. O mesmo jogador pode aprender um papel diferente ou começar uma subida separada sem violar a política apenas por abrir outro perfil. O problema começa quando o controlo passa para um jogador mais forte ou a conta se torna um instrumento para carregar outra pessoa. A origem e o uso honestos, e não a palavra smurf por si só, separam os exemplos na explicação da Riot.
Estão planeadas mais barreiras em torno da identidade e do hardware. A Riot indica regras mais rigorosas de autenticação multifator, TPM 2.0 e atestação de dispositivos do Vanguard como futuras peças da resposta. O anúncio não indica data de ativação e não associa essas verificações a escalões específicos. Devem ser encaradas como uma direção a seguir, não como definições que todos os jogadores de League já tenham de cumprir.
O número combinado de jogos define a escala da aplicação, sem responder a todas as questões estatísticas. A Riot não publicou uma divisão entre League e VALORANT nem disse quantas contas pertenciam à mesma pessoa. Também não repartiu o total entre boosters, beneficiários de boosting e aproveitadores. Essas lacunas limitam as comparações, mas não alteram a política confirmada: emprestar skill e acesso para falsificar o rank pode expor várias contas ligadas a consequências.
Para os jogadores de ranked, isto cria uma auditoria simples do seu próprio comportamento. Um login pessoal com progresso obtido pessoalmente continua a ser aceitável. Partilhar credenciais, comprar uma identidade já feita ou juntar-se deliberadamente a um boost altera a situação. A regra dirige-se ao método por trás do rank, não a punir todas as pessoas que mantêm um segundo perfil.
- Mantém a propriedade, o leveling e o acesso ao login com a mesma pessoa.
- Não emprestes skill nem credenciais para fabricar o rank de outro jogador.
- Não te juntes a um esquema de boosting conhecido para progredir mais facilmente.
- Encarar as medidas de autenticação planeadas como controlos futuros até a Riot lhes dar data.

| Comportamento da conta | Tratamento indicado pela Riot | Limite importante |
|---|---|---|
| Alternativa pessoal | Permitido dentro do limite indicado | O proprietário tem de obter progresso e manter o acesso privado |
| Subida manipulada | O rank, as recompensas ou o acesso podem ser removidos | A resposta varia conforme a conduta e o histórico |
| Identidade comprada | A remoção permanente é possível | Isto é distinto de uma alternativa criada honestamente |
O número de 296 416 contas apresentado pela Riot mostra que a aplicação do Anti-Boost opera agora em grande escala em ambos os jogos. Não ilegaliza perfis alternativos comuns. Os jogadores permanecem dentro do limite indicado quando mantêm o acesso privado e obtêm o resultado por si próprios; as adições anunciadas de autenticação e hardware ainda aguardam um calendário.



