A História do Kassadin
O Kassadin começou como guia shurimano, não como soldado. Tinha viajado amplamente pelo continente antes de decidir assentar-se, criando uma família entre uma tribo pacífica no sul. Essa vida normal terminou no dia em que o Void consumiu a sua aldeia, e tudo o que se segue na sua história remonta a essa única perda.
O que torna Kassadin invulgar entre os que se opõem ao Void é que ele não esperou que este viesse até ele. Reuniu artefactos e tecnologias arcanas que a maioria dos estudiosos considera proibidos, juntando os meios para sobreviver a uma luta da qual a maioria das pessoas fugiria. O seu destino era Icathia, a terra desolada onde as incursões do Void se concentram mais, e o seu alvo era Malzahar, o profeta autoproclamado que acolhe o Void em vez de o resistir. A guerra de Kassadin é pessoal como poucos conflitos de Runeterra o são: não está a defender uma nação ou uma fé, apenas a memória daquilo que perdeu, e sabe que a luta provavelmente lhe custará tudo o que resta.
O seu estilo de luta espelha essa urgência. O Void Stone permite-lhe ignorar dano mágico e avançar diretamente pelas linhas inimigas, útil para um homem com pressa. O Null Sphere silencia o que quer que o alvo esteja a conjurar enquanto ergue um escudo a partir da energia restante, e o Nether Blade transforma os seus ataques normais em curtos rebentos de força arcana. O Force Pulse só se torna utilizável depois de ele ter suportado suficiente conjuração nas proximidades, recompensando a paciência numa luta que ele preferia terminar depressa. O Riftwalk, o seu blink característico, torna-se mais dispendioso e mais perigoso quanto mais ele depende dele em sucessão, um preço adequado para um homem que já gastou quase tudo o resto que tinha. Tal como o Kha’Zix, é moldado pelo Void, embora, no seu caso, a moldagem tenha sido infligida em vez de concedida, e essa diferença define quase tudo sobre ele.
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