A História do Gnar
Antes de ser tudo o resto, o Gnar estava congelado — preso em Gelo Verdadeiro em algum lugar do Freljord durante tanto tempo que o mundo de que se lembra já não existe. Quando o gelo finalmente o libertou, encontrou um Freljord transformado: uma vastidão implacável de tribos em guerra, magia de gelo antiga e deuses ainda mais antigos a agitar-se algures sob a neve, e ele encarou tudo isso como algo novo e digno de ser investigado, em vez de algo a temer.
Essa curiosidade é apenas metade do que o define. O Gnar é, antes de mais, um yordle, brincalhão e facilmente encantado, mas o seu temperamento funciona menos como um rastilho e mais como uma válvula: a pressão acumula-se através da sua passiva, Rage Gene, até forçar uma transformação numa forma muito maior e muito mais furiosa. Os dois estados quase não se parecem um com o outro:
- Mini Gnar — rápido e frágil, lança um boomerangue que regressa com o Boomerang Throw, entusiasma-se com o Hyper para obter dano e velocidade extra, e salta pelo mapa com o Hop, ressaltando em tudo o que encontra no caminho.
- Mega Gnar — lento, resistente e feito para a destruição à queima-roupa, troca o boomerangue por um Boulder Toss arremessado, troca o Hyper pelo Wallop que esmaga o chão e substitui o Hop pela aterragem sísmica do Crunch.
A transformação não é opcional e não é permanente — quando volta ao normal, o Gnar tem de reconstruir a sua Rage a partir do zero antes de poder ficar grande outra vez. A sua ultimate, GNAR!, só existe na forma mega, arremessando tudo o que está por perto numa direção escolhida e atordoando quem tiver o azar de ser lançado contra uma parede.
Nada neste ciclo parece deliberado visto de fora, e é exatamente essa a ideia: o Gnar não planeia as suas fúrias mais do que uma criança planeia uma birra, simplesmente fica sem paciência no pior momento possível para quem estiver à frente dele. Como Fighter-Tank que ocupa a top lane, essa imprevisibilidade é precisamente o que o torna tão difícil de planear.
Arte do Galeria do Gnar


