A História de Lux
Crescer com Medo da Sua Própria Luz
Demacia não confia na magia, e Luxanna Crownguard cresceu a carregar uma magia que nunca podia mencionar em voz alta. Dobrar a luz era natural para ela, mas o medo que a acompanhava também — ser descoberta significava exílio, e o exílio significava arrastar consigo o nome nobre da sua família. Durante anos, o segredo não foi tanto uma preferência, mas a única estratégia de sobrevivência disponível. O otimismo, mais do que a cautela, acabou por vencer.
O que a sua família ainda não sabe completamente
Lux nunca deixou de esconder o seu poder por completo; apenas ficou melhor a usá-lo discretamente, em nome de um reino que provavelmente a rejeitaria no momento em que percebesse o que ela consegue realmente fazer. O seu irmão Garen mantém-se próximo dela, apesar de tudo o que ficou por dizer entre os dois, enquanto a sua ligação a Sylas é muito mais complicada, moldada por exatamente o tipo de perseguição mágica que Lux passou a vida inteira a tentar evitar. As suas capacidades carregam essa mesma dualidade. Light Binding pode apanhar dois inimigos com uma única esfera, Prismatic Barrier funciona como proteção tanto à ida como à volta, e Lucent Singularity serve igualmente como ferramenta de reconhecimento e armadilha detonante. Illumination, a sua passiva, recompensa a paciência ao permitir que um alvo marcado receba dano extra num golpe seguinte — não muito diferente de um segredo que acaba por vir ao de cima. Final Spark, a sua ultimate, chega mesmo a anunciar-se com um feixe de aviso antes de o verdadeiro atingir o alvo, um caso raro em que Lux opta por não esconder o que vem a seguir. Essa mesma versatilidade reflete-se na forma como é jogada, confortável a segurar a mid lane sozinha ou a apoiar ao lado de aliados como Jarvan IV, outro demaciano que fez as pazes, de formas diferentes, com as expectativas rígidas do reino. A mana sustenta tudo isto, gasta com cuidado por alguém que passou anos a aprender a não chamar a atenção para si.
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