A História da Anivia
A Anivia não encara a morte como um fim. Como espírito alado nascido do gelo e do vento implacável, já passou pelo ciclo de vida, morte e renascimento vezes suficientes para que o Renascimento seja simplesmente a forma como o seu kit espera que uma luta decorra: sofre dano fatal, reverte para um ovo, volta com a vida cheia e começa o confronto seguinte como se o anterior nunca tivesse acontecido.
Guardiã primeiro, semideusa depois
O papel importa-lhe mais do que a divindade por trás dele. Ela usa o seu poder elemental especificamente para travar quem ameaça a sua terra natal, e as tribos do norte não veem uma divindade distante quando olham para ela, mas sim uma protetora que por acaso comanda o próprio inverno. O Flash Frost congela um alvo antes de explodir numa explosão mais ampla, o Frostbite causa dano extra a tudo o que já esteja gelado por esse gelo, e a Glacial Storm faz chover uma tempestade de neve que abranda quem se mantiver perto de um ninho que ela já reivindicou. O Crystallize permite-lhe simplesmente bloquear um caminho em vez de lutar por ele, algo que usa tão livremente para proteger o seu próprio ovo como para prender um intruso.
Um símbolo feito para ser gasto
Ela luta com a compreensão de que cada sacrifício alimenta o próximo regresso, e de que a sua memória sobrevive a qualquer morte individual, o que é um tipo estranho de consolo para as tribos que a veem como esperança e como sinal de mudança iminente. A sua casa em Freljord é partilhada com outras figuras nativas, incluindo Ashe, cuja própria tribo se volta para antigas lendas de forma muito semelhante à do norte quando olha para Anivia, e Braum, outra figura tutelar que a mesma terra dura gerou, cada uma respondendo à necessidade constante do norte de algo em que valha a pena acreditar durante um inverno longo e rigoroso.
Galeria Arte de Anivia


