A História de Gangplank
Um Trono Vazio
Bilgewater sempre foi um porto sem lei, o tipo de lugar onde as fortunas e as vidas mudam com a maré, e Gangplank passou anos a provar que conseguia navegar essa instabilidade melhor do que qualquer outra pessoa no porto. Já não governa a cidade que outrora governou. Alguns argumentam que perder o trono só o tornou mais afiado — um rei saqueador destronado, sem nada para proteger e com tudo para provar, é, segundo a maioria, mais perigoso do que um que se senta confortavelmente no poder. Preferiria ver o porto encharcado em sangue a assistir a outra pessoa herdar o que ele construiu.
O que lhe resta é uma pistola, um sabre e um abastecimento aparentemente infinito de pólvora, e usa os três com a mesma intenção direta: recuperar o que era seu. O Parrrley permite-lhe disparar contra um alvo à distância e encher os bolsos de ouro por cada abate que acerta, um hábito que assenta bem num homem que sempre mediu o sucesso em pilhagem. O Remove Scurvy faz com que engula citrinos para queimar efeitos de controlo de grupo e tratar as próprias feridas, uma referência aos perigos bem reais da vida no mar. O Powder Keg transforma o campo de batalha num campo minado de barris escondidos que rebentam com os seus ataques, e a sua passiva, Trial by Fire, incendeia qualquer inimigo que atinja corpo a corpo a cada poucos segundos.
Bombardeamento Vindo do Mar
O seu ultimate, Cannon Barrage, chama fogo de navio sobre uma área escolhida, abrandando e causando dano a quem ficar por baixo — um lembrete de que a autoridade de Gangplank em Bilgewater nunca foi apenas pessoal, era naval. Enquanto Fighter feito para a top lane, joga menos como duelista e mais como máquina de cerco: aplicar pressão, negar espaço e garantir que, seja qual for o trono que acabe por se erguer no porto, se lembre primeiro do nome dele. Que ele volte a sentar-se nele importa-lhe menos do que garantir que mais ninguém o possa desfrutar em paz.
Arte de Galeria de Gangplank


