A História de Hwei
Hwei pinta para confrontar criminosos e confortar as suas vítimas, o que soa a um uso estranho para a pintura até perceberes o que está realmente por baixo disso. A sua arte não é decoração — é uma forma de processar uma mente dividida entre duas coisas que não consegue reconciliar: visões vívidas e imaginativas de um lado, e a memória horrível de um massacre no seu próprio templo do outro.
Essa divisão é o verdadeiro tema de tudo o que ele pinta. Hwei tenta compreender a luz e a escuridão o suficiente para fazer as pazes com ambas, e essa busca continua a puxá-lo para uma pessoa específica — o artista responsável por o despedaçar em primeiro lugar. Se essa demanda acaba em encerramento ou em desespero é, segundo ele próprio, ainda uma questão em aberto.
O seu kit espelha essa incerteza quase literalmente, pois cada uma das suas habilidades pode tornar-se três feitiços diferentes dependendo do que ele pinta primeiro. Subject: Disaster transforma o seu kit em dano — Devastating Fire e Severing Bolt entre eles — Subject: Serenity troca por opções de utilidade como Fleeting Current e Pool of Reflection, e Subject: Torment revela controlo de grupo como Grim Visage e Gaze of the Abyss. A sua passiva, Signature of the Visionary, prepara qualquer inimigo que ele danifique para que um segundo acerto complete a sua marca e deixe algo pior atrás dela. O seu ultimate, Spiraling Despair, é a expressão mais clara de toda a sua visão: o primeiro campeão atingido torna-se o centro de uma pintura em expansão que abranda e danifica todos os que estão por perto antes de finalmente detonar.
Passado numa Ionia que ainda procura o equilíbrio espiritual que perdeu com a guerra, a melancolia de Hwei encaixa no ambiente da região — um Mago alimentado por mana, adequado para Mid ou Support, que luta menos para vencer e mais para finalmente compreender algo que o atormenta há muito tempo.
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