A história do Brand
Antes de ser Brand, tinha um nome: Kegan Rodhe, um membro de uma tribo do Freljord com companheiros e um lugar entre eles. O que o destruiu foi a ambição, a busca de uma World Rune, um dos artefactos lendários que se dizem deter um poder além do direito de qualquer pessoa de o empunhar.
Kegan conseguiu o que perseguia, e isso custou-lhe tudo o resto. Virou-se contra as pessoas que viajavam com ele para reclamar a Rune para si, e no instante em que o conseguiu, o homem que tinha feito essa escolha deixou de existir. O que tomou o seu lugar foi o Brand: um corpo de chama viva sem qualquer alma lá dentro, movido por um ressentimento tão grande que não corresponde a nada que uma única vida mortal lhe poderia ter infligido.
Ele vagueia agora por Valoran à caça de mais Runas, e tudo na sua forma de lutar carrega essa mesma queimadura crescente. Blaze, a sua passiva, incendeia os alvos causando dano ao longo do tempo que se acumula até três vezes, devolvendo-lhe mana ao abater e detonando quando atinge o máximo. Sear lança uma bola de fogo que atordoa tudo o que já esteja em chamas. Pillar of Flame lança uma explosão retardada que pune ainda mais os alvos em chamas. Conflagration espalha o seu dano aos inimigos próximos, duplicando essa propagação se o alvo já estiver a arder. Pyroclasm, o seu ultimate, salta repetidamente entre Brand e os inimigos próximos, encadeando o mesmo castigo por todo um grupo. Cada peça reflecte a mesma ideia, o contacto com Brand agrava-se, tal como uma má decisão se agravou até ao fim de Kegan Rodhe. É visto ocasionalmente perto de outras figuras de Freljord como Braum e Aurora, embora a vingança lhe deixe pouco espaço para companhia.
Ele lutou hoje como um mago de mid-lane ou support, ainda recorrendo ao Mana como qualquer conjurador Freljordiano, embora pouco mais nele se assemelhe à tribo que abandonou. Até o Gnar, nativo da mesma região gelada, mantém mais do seu eu original intacto do que o Brand alguma vez voltará a manter.
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